Chalé Suíço
Nota publicada na revista Paisagismo & Jardinagem, edição 101, Março.
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Nota publicada na revista Paisagismo & Jardinagem, edição 101, Março.
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Nota publicada na Revista Viva São Paulo, edição 104, de fevereiro de 2010.
Adicionar comentário 4 de Março de 2010 às 18:37 Penseverde
Montar em cavalos tranquilos sem a ajuda da mãe e sentar no dorso de aranhas indefesas. Essas são façanhas propiciadas pelo mobiliário de madeira criado pelo designer Leo Napolitano. Ele cria casinhas em árvores e…
… brinquedos com aspecto de bichos. Na Casa Cor São Paulo havia um parquinho com peças de madeira como o material destas, proveniente de manejo florestal, mais plásticos reciclados e tubos de aço reaproveitados. Bacana, não?
Fonte: Zero Hora
VERSÃO IMPRESSA:
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Designer projeta casinha de playground inspirada em Miró. Brinquedo é todo feito com material sustentável
Todo mundo já está cansado de saber que a tendência é preservar o meio ambiente e usar com responsabilidade os recursos naturais. Se não, o que será do mundo em que viverão as gerações futuras? E foi justamente para essa geração que o designer brasileiro Lao Napolitano, da Lao Engenharia Sustentável, projetou a casinha Mira-Miró. As cores e formas da obra de Juan Miró inspiraram o visual do brinquedo, desenvolvido para dois irmãos de 2 e 3 anos, em São Paulo. “A arte de Miró tem um forte apelo lúdico, com formas singelas e cores fortes que remetem à infância, à inocência. É algo capaz de despertar a criança que ainda há até nos menos sensíveis à arte”, diz Napolitano.
A estrutura da casinha, dividida em três níveis, é feita de toras de eucalipto. O piso tem réguas de cumaru e vigas de itaúba, colocadas em ziguezague. Tudo certificado ou reaproveitado. Para o bem-estar das crianças, as paredes receberam tinta colorida antialérgica.
Instalado na área externa da casa, o brinquedo é só diversão. Dá para acessar a casa por meio de uma rede, feita de cordas de polipropileno; pela escada-túnel, de tubos de aço; ou até pela parede de escalada, em uma das laterais. Um escorregador de bombeiro ao lado direito permite descidas rápidas. “Uma das intenções do brinquedo é fustigar a imaginação das crianças, fazendo com que elas inventem suas próprias brincadeiras”, diz Napolitano.
Custo: R$ 25 mil
Tamanho: 2 m x 2 m
Área ocupada: 4 m x 4 m
Área necessária para instalação: 6 m x 6 m
Alturas dos pisos: 0,60 m; 1,20 m; 1,80 m; 2,10 m
Fonte: Revista Casa e Jardim
2 comentários 8 de Outubro de 2009 às 17:24 Penseverde
A busca por melhor qualidade de vida nos condomínios levou ao crescimento das empresas que atuam no ramo de paisagismo.
Célia Demarchi - 27/9/2009 - 20h18
O empresário Lao Napolitano, de 37 anos, criou a Lao Engenharia há sete para fabricar brinquedos de playgrounds constituídos com o máximo possível de matérias-primas com características de sustentabilidade. Atualmente, além de brinquedos, ele começa a produzir equipamentos e mobília para áreas externas, inclusive parques públicos. Para atender a uma demanda que só cresce, a empresa – que faturou R$ 1 milhão em 2007, R$ 1,8 milhão no passado e deve encerrar 2009 com vendas de R$ 4 milhões – está investindo R$ 500 mil para erguer uma nova fábrica, a ser inaugurada ainda este ano, que lhe permitirá multiplicar por cinco a atual a capacidade produtiva: “Hoje, deixamos de atender clientes porque a demanda é muito grande”.
Lao Napolitano investe em nova fábrica: “Hoje, deixamos de atender clientes porque a demanda é muito grande”.O sucesso da Lao Engenharia remete à expansão do mercado imobiliário dos últimos anos, inclusive no segmento econômico, e ao fato de o paisagismo estar finalmente sendo integrado aos projetos de modo geral. E remete também ao aumento dos investimentos públicos em novos parques urbanos e ao crescimento da demanda de produtos ambientalmente corretos.
A demanda por áreas externas bem equipadas nos condomínios se deve a dois fatos mais que consumados – a inserção da mulher no mercado de trabalho e sua necessidade de prover conforto à família e o aumento da violência nas cidades, fatores que cada vez mais estimulam a busca por qualidade de vida dentro dos condomínios por meio principalmente da adoção de áreas externas bem equipadas. Mas também se relaciona à necessidade de se ampliar áreas de solo permeáveis nas cidades para evitar enchentes.
Foi o crescimento econômico dos últimos anos, no entanto, que possibilitou a arrancada dos serviços de paisagismo e seus fornecedores, como a Lao Engenharia. Depois de uma da paralisação do começo do ano por causa da crise internacional, os pedidos voltaram a aumentar com a retomada dos investimentos imobiliários: “Isso se reflete muito no paisagismo. Hoje, mais do que nunca, porque o paisagismo já integra o projeto, desde o inicio”, diz o arquiteto Benedito Abbud, de São Paulo: “Há cerca de dez anos era um jardim, plantado depois da obra pronta. Agora é visto como forma de agregar valor ao imóvel, com pouco custo”.
Abbud lembra que todos os empreendimentos residenciais de alto padrão necessariamente têm áreas de lazer e convivência e que também os projetos de habitação econômica atualmente preveem esses espaços.
No caso dos condomínios de áreas mais nobres – em que o terreno é mais caro – quase sempre os prédios são erguido sobre lajes, sob as quais ficam as garagens. Assim, a torre começa já pelo andar térreo, o que necessariamente demanda piso, iluminação, drenagem, jardim: “É um custo obrigatório. Se o projeto é feito por profissionais o espaço se torna muito mais funcional”, diz Abbud.
Os espaços são concebidos de modo a atender às necessidades de toda a família: incluem piscinas, jardins, brinquedos e equipamentos para diferentes faixas etárias, pois crianças, adolescentes e idosos, principalmente, ficam bastante tempo dentro dos condomínios.
Essas áreas externas tornaram-se até fatores de competitividade para as construtoras, que chegam a encomendar modelos exclusivos de equipamentos, segundo Lao Napolitano. O design dos brinquedos de sempre, como balanços e gangorras, costuma se basear em personagens do desenho animado da moda, temas da natureza, no nome do condomínio e em até artistas plásticos mais conhecidos, como Miró, que inspirou uma linha de casinhas de playground da empresa.
Habitação econômica
Os condomínios de habitação econômica começam a ganhar áreas externas tão atraentes e bem equipadas quanto a dos empreendimentos de alto padrão e isso já se faz sentir entre os fornecedores de artigos e serviços de paisagismo. A estratégia nesse caso é empregar brinquedos e estruturas que demandam baixa manutenção, além de tirar das plantas o máximo de desempenho.
Assim, se piscinas nem sempre constam dos projetos, as áreas de vegetação podem ser até mais interessantes. Como esses condomínios são erguidos em áreas mais distantes do centro das cidades, a tendência é que os terrenos sejam maiores porque seus preços são relativamente mais baixos. “Esses prédios normalmente não têm subsolo porque custa menos para a construtora comprar um pedaço a mais de terreno do que construir lajes”, explica o arquiteto Benedito Abbud.
Plantada diretamente no solo, a vegetação fica mais vistosa. Mas isso é apenas um detalhe. As plantas desempenham funções importantes nos condomínios. Trepadeiras baratas e resistentes cobrem muros e evitam que sejam pixados. Essas plantas podem cobrir paredes inteiras de alguns edifícios ainda para controle de temperatura interior. “Em cinco anos, quando a pintura começa a ficar feia, a trepadeira já cobriu a parede”, diz Abbud. Nos telhados, explica, podem-se aplicar espécies como falsa vinha e falsa era, que protegem as casas do calor no verão, quando estão plenas de folhas, e permitem incidência de sol no inverno, quando as folhas caem. “É possível, portanto, fazer paisagismo com baixo custo de implantação e manutenção.”
Lao Napolitano diz que a demanda da empresa no segmento econômico é a que mais deve crescer nos próximos anos. Tanto que ele já planeja trabalhar com alta escala em brinquedos de playground.
A diferença entre os brinquedos e estruturas que vão para os condomínios de alto padrão e os econômicos pode estar apenas no design, segundo Napolitano: “O conceito é o mesmo”. No caso dos primeiros, peças exclusivas funcionam como diferencial competitivo. O empresário explica que é o design determina também o tipo e a quantidade de material que será necessário para a produção dos equipamentos. E exemplifica: pérgulas (caramanchões) podem ser feitos com cabos de aço, que duram o mesmo tempo que as pesadas estruturas de madeira, mas são mais leves e custam muito menos.
Como nasceu, há sete anos, com a meta fornecer produtos com características de sustentabilidade, a Lao Engenharia tem aí um desafio, já que esses produtos costumam ter custo de produção um pouco mais alto. Napolitano diz, porém, que está cada vez “menos difícil” encontrar fornecedores de matérias-primas com tais atributos. Afirma que tem cerca de 60 fornecedores atualmente, dos quais 70% têm alguma característica de sustentabilidade.
Para contratá-los, Napolitano elege os mais sustentáveis de cada segmento. Por exemplo, se a matéria-prima é o plástico, pergunta se é reciclado. Se a resposta for positiva, ele passa para a segunda etapa da avaliação, que é conhecer a resistência e a qualidade do material e assim por diante: “Só prefiro o menos ecológico se o material não tem qualidade, não oferece confiabilidade”.
Fonte: Diário do Comércio
Adicionar comentário 28 de Setembro de 2009 às 16:42 Penseverde
Duas árvores frondosas, situadas uma ao lado da outra, num terreno de cerca de 200 metros quadrados da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP, na capital paulista, serviu de base para a construção desse playground ecologicamente correto.
O brinquedo oferece atrações para várias idades, com o objetivo de “reunir as crianças num mesmo espaço e incentivar a troca de vivencias entre eles”, disse o designer Lao Napolitano, da Lao Engenharia Sustentável, responsável pelo projeto.
A peça possui estrutura de troncos de eucalipto tratados e autoclavados, e é formada por duas plataformas de réguas cumaru e vigas de itaúba, com alturas distintas. A mais baixa, com 90 centímetros, é destinada a crianças de 2 a 4 anos, e conta com escada de tábuas de cumaru e um escorregador de plástico reciclado pós-consumo.
A mais alta, com 1,80 metros dirigida àqueles com idade 5 a 7 anos, é dotada de cesta de cordas de poliéster para a subida, em uma extremidade do brinquedo, e um corrimão de bombeiro de tubos de ferro, para descida, na outra.
Para reforçar a segurança, o modelo foi construído com parafusos, que são cobertos com calotas de proteção; as bordas dos troncos são abauladas; e os vãos entre eles possuem espaçamentos projetados para evitar acidentes. Todos esses cuidados são recomendados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Fonte: ArquitetoOnLine.com.br
Adicionar comentário às 16:23 Penseverde

Duas árvores frondosas, situadas uma ao lado da outra, num terreno de cerca de 200 metros quadrados da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP, na capital paulista, serviram de base para a construção de um playground ecologicamente correto, projetado pelo designer Lao Napolitano. O brinquedo oferece atrações para várias idades, com o objetivo de reunir as crianças num mesmo e espaço e incentivar a troca de vivencias entre elas.
A peça possui estrutura de troncos de eucalipto tratados e autoclavados, e é formada por duas plataformas de réguas cumaru e vigas de itaúba, com alturas distintas. A mais baixa, com 90 cm, é destinada a crianças de 2 a 4 anos, e conta com escada de tábuas de cumaru e um escorregador de plástico reciclado pós-consumo. A mais alta, com 1,80 m, é dirigida àqueles com idade 5 a 7 anos e dotada de cesta de cordas de poliéster para a subida (em uma extremidade do brinquedo), e de um corrimão de bombeiro construído em tubos de ferro, (para descida, na outra).
Para reforçar a segurança, o modelo foi construído com parafusos, que são cobertos com calotas de proteção; as bordas dos troncos são abauladas; e os vãos entre eles possuem espaçamentos projetados para evitar acidentes. Todos esses cuidados são recomendados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Fonte: CasaSul.com.br
Adicionar comentário 26 de Setembro de 2009 às 22:13 Penseverde
( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) Bolas coloridas, personagens de ponta-cabeça, rabiscos bem-contornados… Esse universo lúdico retratado na obra de Joan Miró inspirou a Casinha Mira-Miró, assinada pelo designer Lao Napolitano, da Lao Engenharia Sustentável. O cantinho, que parece ter saído de uma das telas do pintor ou de ilustrações de um livro infantil, foi desenvolvido, sob encomenda, para dois irmãos de 2 e 3 anos, de São Paulo.
A casa possui estrutura de toras de eucaliptos autoclavados, lixados e recobertos de hidrorrepelentes, e é dividida em três pisos feitos de réguas de cumaru e vigas e itaúba, dispostos em ziguezague. As paredes são de painéis OSB (sigla em inglês para painel de tiras orientadas) laminadas com resinas poliuretanas, que aumentam a resistência às intempéries, e a pintura é feita com tinta antialérgica.
Para subir, pode-se utilizar a rede de cordas de polipropileno; engatinhar pela escada-túnel, feita de tubos de aço; ou até passar, à socapa, pelo vão formado entre um pavimento e outro, já que, segundo Napolitano, “uma das intenções do brinquedo é fustigar a imaginação da criançada, fazendo com que ela invente suas próprias brincadeiras”.
O brinquedo também conta com uma parede de escalada de tábuas de cumaru e vigas de itaúba, com agarras de resinas, e uma corda que sai de uma das janelas, com nós seqüenciados, para os usuários se segurarem e subirem até o ponto mais alto da casa. A descida pode ser feita pelos mesmos locais ou pelo corrimão de bombeiro, que fica na lateral direita da casa.
Valor: 25 mil reais.
Tamanho: 2mx2m
Área ocupada: 4mx4m
Área necessária para instalação: 6mx6m
Alturas dos pisos: 0,60m; 1,20m; 1,80m; 2,10m.
Sobre a Lao Engenharia Sustentável: empresa especializada no design e fabricação de peças para playgrounds e equipamentos para áreas de lazer, ginástica e esportes de aventura ecologicamente corretos. Seus produtos, todos assinadas pelo designer Lao Napolitano, são desenvolvidas com matérias-primas, como madeiras certificadas, reaproveitadas e espécies recomendadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), plásticos reciclados e peças de ferro-velho restauradas, entre outras.
SAC: (11) 4617-3400
www.laoengenharia.com.br
Informações para jornalistas:
Voz Ativa Comunicação
Claudia Sá e Juliano Picceli
(11) 3950-2085/ 7163-4633
claudia.sa@vozativaweb.com.br
juliano.picceli@vozativaweb.com.br
Veja link da matéria no Portal Comunique-se.
Adicionar comentário 9 de Setembro de 2009 às 20:28 Penseverde
Adicionar comentário 16 de Maio de 2008 às 19:13 Penseverde
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