Revista Kaza, edição 49, junho de 2007
2 comentários 13 de Junho de 2007 às 16:51 Penseverde
Inaugurada esta semana, a peça tem forma de notas musicais, uma referência ao compositor erudito que deu nome ao parque.
A criançada que costuma passear pelo Parque Villa-Lobos, em São Paulo, acaba de ganhar mais uma opção de diversão. Trata-se de uma gangorra em forma de partitura, desenvolvida especialmente para usuários de cadeiras de rodas, pelo engenheiro civil e designer Lao Napolitano, da Lao Engenharia Sustentável.
A peça, de 6 metros de comprimento e 1 de largura, funciona com um sistema de contrapeso que é acionado com as mãos ao girar e soltar a direção, instalada no lado direito. “Com este brinquedo, todas as crianças, cadeirantes ou não, podem interagir num mesmo ambiente de brincadeira”, afirma.
O design da peça, segundo Napolitano, é uma homenagem ao compositor erudito Heitor Villa-lobos, que deu nome ao parque. As proteções laterais lembram pautas musicais, com claves de sol e fá, e o apoio central assemelha-se a um metrônomo, instrumento que indica o compasso da música.
Serviço:
Local: Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 1655. Pinheiros.
Horário: diariamente das 7h às 17h.
4 comentários 6 de Junho de 2007 às 15:00 Penseverde
Para namorar ou simplesmente ficar à toa, curtindo o ar livre. Esta cadeira, batizada de Makisu, da Lao Engenharia Sustentável, é ideal para compor áreas de estar em jardins ou quintais. A peça, feita de troncos de eucaliptos tratados, tem o assento suspenso por cabos de aço traspassados nas extremidades das toras, que são separadas por anéis de tubos de metal. A Makisu pode ser instalada em um espaço de 1, 10 metros por 1,10.
Adicionar comentário às 14:57 Penseverde
Um corredor estreito, entre a parede lateral esquerda da casa e o muro, foi transformado no lugar mais charmoso desta residência, localizada no Alto da Lapa, zona oeste da capital paulista. No espaço, de um metro de largura e 20 metros de comprimento, foi construído este pergolado sob-medida, para abrigar a grande paixão da proprietária — sua coleção de orquídeas.
O desafio do projeto, desenvolvido pela Lao Engenharia Sustentável, era aproveitar o espaço ao máximo e ainda deixá-lo protegido dos dois cachorros da família, que adoram brincar entre as plantas, explica o engenheiro civil e designer Lao Napolitano, responsável pela obra.
Todo em madeira, o jardim-de-inverno teve o teto ligado ao da casa. A cobertura foi feita com a parte do telhado que se estende após a parede, e caibros ligados aos da construção. A estrutura é de itaúba, e as paredes, que também servem de suporte para as orquídeas, são feitas de ripas de sarrafo de diversas dimensões e distribuídas sem regularidade.
Para evitar o acesso dos bichos, Napolitano criou uma porta de correr com tábuas sobrepostas, intercaladas por espaços vazados.

2 comentários às 14:55 Penseverde
Inspirado em um casal de peixinhos se beijando, o Aquarius, da Lao Engenharia, ganhou várias versões. Nessa, desenvolvida para uma escola infantil de São Paulo, por exemplo, eles foram desmembrados e colocados em cantos diferentes para aproveitar melhor o espaço.
“Cada projeto é exclusivo, pois ele tem de se adaptar às características do ambiente em que vai ser implantado, como a arquitetura, condições do terreno e recursos disponíveis do local, além de atender à proposta pedagógica, no caso de escolas”, afirma o engenheiro civil Lao Napolitano, idealizador do parquinho.
Um dos peixes, criado para nenéns de até 3 aninhos, conta com plataformas em dois níveis, com degrau de ecotábua (feita de embalagens tipo longa-vida reaproveitadas) e túnel de madeira para os pequenos engatinharem até um miniescorregador de plástico reciclado. Na parte mais baixa tem um escorregador coletivo, com chão de cumarú e laterais de plásticos reciclados.
O outro, projetado para crianças maiores (entre 4 e 6 anos), requer de seus desbravadores um pouco mais de ousadia. Ele é mais alto e tem uma rede de cordas como opção de subida e escorregador mais inclinado. Os dois brinquedos têm proteção de cercas de tubos de ferro.
Uma rampinha de escalada de troncos de eucaliptos tratados lembra um rabo de peixe. As conexões são parafusadas e têm calotas de proteção coloridas.
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As peças, que serão doadas ao parque, farão parte da Mostra de Boas Práticas Ambientais promovida pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente
No próximo sábado, dia 11 de junho, quem passar pela marquise do Ibirapuera poderá conferir uma série de brinquedos para áreas de lazer feitos com materiais reutilizados, criados pela Lao Engenharia.
Entre as atrações estão o carrinho Pré-Histórico, feito com madeiras de demolição e outros refugos aproveitados do próprio parque, com cobertura de lona de algodão e direção de tubo de ferro.
As rodas são de um tronco de eucalipto que havia tombado. Segundo o idealizador do projeto, o engenheiro civil Lao Napolitano, “no projeto original, as rodas são de tambores metálicos restaurados. No entanto, esse material foi substituído por uma matéria-prima que se adapta à paisagem e que, provavelmente, seria considerada lixo”, afirma.
Essa madeira também se transformou em uma peça multifuncional, com um escorregador de plástico reciclado e outro de madeira e estrutura de ferro.
O parquinho montado pela empresa também contará com minigangorras em forma de mariposa, com assentos de ecotábua e ecoplaca para crianças de até 3 anos, além de banquinhos em forma de bichos, como caramujos, cogumelos e uma vaquinha.
O evento faz parte das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente e os brinquedos serão doados ao parque.
1 comentário às 12:09 Penseverde
O desafio era criar um espaço lúdico que aproveitasse ao máximo os 60 m² disponíveis, em uma escola infantil, em Tamboré, na Grande São Paulo. Esse projeto, da Lao Engenharia, incluiu na proposta materiais reciclados e madeiras alternativas e integrou à brincadeira o morro que ladeia o terreno.
“Os brinquedos se adequaram às formas do local. O talude, que era considerado sem uso, serviu como solução para a parede escalada”, afirma o engenheiro civil Lao Napolitano, idealizador do projeto.
O brinquedo lembra um castelinho e a aventura é chegar à torre. Até lá, os pequenos têm de escolher os obstáculos. Tem túnel de madeira e escada-túnel de tubos de ferro, além de rede de cordas, rampa de escalada feita de ecoplaca (produzida com embalagens tipo longa-vida), escadinhas e ponte flexível que dão passagem para as várias plataformas a caminho do topo.
Depois de chegar ao ponto mais alto, o percurso continua por duas pontes móveis feitas de tronquinhos de eucaliptos, com laterais de cordas de polipropileno e polietileno reciclado, que levam a um escorregador de plástico reciclado.
O barranco serve como base para uma rampa de escalada em forma trapezoidal, com duas opções de subida, uma de ondinhas formadas por troncos de eucalipto enfileirados e outra de ecoplaca, com agarras de resina. No meio há um escorregador de cumarú.
A estrutura é de toras de eucaliptos com tratamento contra cupins e fungos e as vigas são de Itaúba e Piquiá. O piso é de itaúba e cumarú que, assim como as vigas, são madeiras recomendadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segurança
Para evitar quedas, todo o brinquedo é cercado com guarda corpos e redes, onde o espaçamento entre as cordas das pontes é bem reduzido. As fixações e conexões são feitas com parafusos, que são cobertos com calotas. Além disso, a tinta usada tanto nas madeiras como nos ferros é à base de água.
1 comentário às 12:00 Penseverde
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